O forró de hoje tem sanfona, triângulo, zabumba e muito mais. No palco, uma parafernalha de equipamentos, luzes, efeitos e uma equipe afinada. “É algo em torno de umas 40 pessoas. Além dos empregos diretos, a banda gera uma série de empregos indiretos e vai gerando esse mercado", garante Sávio Maia, produtor da banda Aviões do Forró.
Só no Ceará, o mercado do forró emprega 2.500 pessoas. Estilistas, músicos, produtores, dançarinos, engenheiros e técnicos de som. Em todo o Nordeste, as bandas do chamado forró eletrônico se multiplicam. O cachê das bandas maiores chegam a 100 mil reais.
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